Francisco Dornelles, o governador carioca, pediu por isso fundos ao governo brasileiro para impedir falhas nos serviços públicos durante as duas semanas que duram os Jogos Olímpicos, que têm início marcado, recorde-se, para  5 de agosto.

Ora de acordo com o artigo 2º do decreto de calamidade, as autoridades competentes ficam autorizadas a «adotar medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos essenciais» para a realização das Olimpíadas.

Para além disso, os governos federal e estadual estudam uma forma legal para que o governo central preste socorro financeiro ao Rio de Janeiro, a fim de garantir recursos para finalizar os Jogos Olímpicos e para pagar salários atrasados ao prestadores de serviço